Arthur Schnitzler
durante algum tempo no próprio dele. Era o próprio Emil, e era exatamente como se o por último ocasione em qual eles tinham falado a um ao outro tinha sido só o dia prévio. "Bom dia, Emil", que ela disse. Eles contemplaram a um ao outro. O relance dele era expressivo de muito: prazer, amabilidade, e algo na natureza de um escrutínio. Ela percebeu tudo isto com clareza perfeita, ainda ela contemplou a ele com olhos em qual nada mais que pura felicidade estava lustrando. "Bem, então, como você está seguindo, Bertha?" ele perguntou. "Bastante bem." "É realmente engraçado que eu deveria lhe fazer tal uma pergunta depois das oito ou nove anos. Coisas provavelmente foram muito diferentemente com você." "Realmente, sim isso é verdade. Você sabe, claro que, que meu marido morreu três anos atrás." Ela sentia obrigado assumir uma expressão de tristeza. "Sim, eu sei que, e eu sei, também, que você tem um menino. Me deixe ver, quem poderia ter sido isso me falou?" "Eu desejo saber que?" "Bem, voltará agora a mim. É novo a mim, entretanto, que você está interessado em quadros." Bertha sorriu. "Bem, realmente não estava só por causa dos quadros. Mas você não deve pense que eu sou isso mesmo tolo como tudo aquilo. Eu levo um interesse dentro quadros." "E assim faz eu. Se a verdade deve ser contada, eu penso que eu preferiria ser um pintor que qualquer outra coisa." "Ainda você deveria ser satisfeito totalmente com o que você atingiu." "Bem, isso é uma pergunta que não pode ser disposta de em uma palavra. De curso, eu acho isto uma coisa muito agradável poder tocar o violino assim bem, mas ao que conduz tudo? Só para isto, eu penso: que quando eu sou morto para o que meu nome suportará pouco tempo. Que--" os olhos dele indicaram o se imagine antes de qual eles estavam parados--"que, por outro lado, é algo diferente." "Você é muito ambicioso, Emil!" Ele olhou para ela, mas sem evidenciar o interesse mais leve nela.
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