Arthur Schnitzler
previamente tinha caminhado além dela, deixe os jardins pela estrada que conduz o Burgplatz. Ela entrou fora na mesma direção. Lá, ela viu o cúpula do Museu, sobressaindo e vislumbrando. Ela decidiu caminhar lentamente, assim como não se aparecer muito excitado ou até mesmo ofegante quando ela o conheceu. Uma vez mais ela foi agarrada com uma emoção de medo--suponha ele não deveria vir? Mas tudo que aconteceu, ela não deixaria Viena este tempo sem o vendo. Não vá isto, talvez, até mesmo seja melhor se ele não viesse, ela desejou saber. Ela estava tão confusa naquele momento... e supondo ela era dizer qualquer coisa tolo ou desajeitado.... Tanto dependido no logo poucos atas--talvez o futuro inteiro dela.... Havia o Museu antes dela. Para cima os passos, pela entrada, e ela estava se levantando no vestíbulo grande, fresco. Antes dos olhos dela era o escadaria principal e, lá, onde dividiu para corrigir e esquerda, era o estátua marmórea colossal de Theseus que mata o Minotaur. Lentamente ela ascendido os degraus e, como ela olhou em volta sobre ela, ela cresceu mais tranqüila. A magnificência dos ambientes dela a cativou. Ela olhou no galerias que, com as grades douradas deles/delas, correu o interior em volta de a cúpula. Ela veio a uma parada. Antes dela estava uma porta sobre qual se apareceu em cartas de gilt: Escola holandesa."" O coração dela deu uma palpitação convulsiva súbita. Antes de os olhos dela pusessem a fila de pinte galerias. Aqui e lá ela viu as pessoas que estão de pé antes o quadros. Ela entrou no primeiro corredor, e contemplou atentamente ao primeiro quadro que pendura à mesma entrada. Ela pensou em Herr Rupius' pasta. E então ela ouviu uma voz dizer: "Bom dia, Bertha." VI Era a voz dele. Ela se ficava redonda. Ele estava se levantando antes dela, jovem,, esbelto, elegante e bastante pálido. No sorriso dele havia uma sugestão de escárnio. Ele acernar com a cabeça a Bertha, levou a mão dela ao mesmo tempo, e segurou isto
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