Arthur Schnitzler
Universidade, e em para o Corredor de Cidade. Mas ela não levou nenhum prazer nada dentro este vagueando sem propósito. Ela sentia entediado e faminto, e voltou para ela hotel em um bonde. Ela teve nenhum grande desejo para buscar o quarto dela. Do rua que ela já tinha notado que o jantar-quarto do hotel era pouco iluminado e evidentemente vazio. Ela ceiou lá depois de qual ela se cansado e sonolento e, com um esforço, foi para cima os três vôos de degraus para o quarto dela. Como ela sentou na cama e desfez o cadarço de sapato dela, ela, ouvido dez horas repicarem em um campanário de igreja de neighbouring. Quando ela despertou pela manhã que ela se apressou, em primeiro lugar, para a janela e preparou as cortinas com um grande desejo ver a luz do dia e o cidade. Era uma manhã ensolarada, e o ar era tão fresco quanto se tivesse vindo fluindo abaixo de mil primaveras nas florestas e colinas no ruas da cidade. A beleza da manhã agiu em Bertha como um bem presságio; ela desejou saber à maneira estranha, tola na qual ela tinha gastado a noite prévia--como se ela não tivesse bastante corretamente entendido por que ela tinha vindo para Viena. A certeza que o repouso de uma noite inteira não mais muito tempo a separado do desejar-porque hora a encheu de um senso de grande alegria. Tudo de uma vez, ela já não pôde entender como era que ela pudesse ter vindo para Viena, como tinha feito há pouco recentemente ela, sem ousar fazer uma tentativa para ver o Emil até mesmo. Também, finalmente ela desejado saber como era que ela teve, durante semanas, meses, talvez anos, desnecessariamente adiado se ajudando da oportunidade do ver. O fato que ela tinha pensado escassamente nele durante o tempo inteiro, fez não a ocorra no princípio, mas, quando a comprimento ela percebeu isto, ela, estava pasmo a isso, a maioria de tudo. Afinal só quatro mais horas seriam suportadas, e então ela veria ele. Ela coloca novamente na cama; ela reclinou, no princípio, com os olhos dela
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