Arthur Schnitzler
tão agudo uma emoção que ela estava à beira de lágrimas. Abaixo os abajures de rua era já desça. Bem, a todos os eventos, ela tem que achar algo que fazer. Ela pensou do que poderia estar acontecendo o dia que vem àquela hora.... Ela não pôde pintar isto a ela. A isso momento, há pouco aconteceu que uma senhora e cavalheiro dirigiram pelo hotel dentro um táxi. Se coisas se mostrassem conforme os desejos dela, Emil e ela deveria ir passear de carro junto no país o próximo manhã--sim, isso seria mais agradável. Alguma mancha quieta longe da cidade em um jardim de restaurante, um abajur de vela na mesa, e ele ao lado dela, mão em mão como um par de amantes jovens. E então atrás novamente--e então.... Não, ela não preferiria imaginar nada mais adiante! Onde era ele agora, ela desejado saber. Ele estava só? Ou era ele a isso muito imediato se ocupou falando com uns um? E com quem--um homem?--uma mulher?--uma menina? Mas, afinal de contas, era qualquer preocupação seu? Para o presente era certamente nem todo preocupação seu. E a Emil importou da mesma maneira que pequeno aquele Herr Klingemann tinha proposto a ela o dia prévio que Richard, ela, sobrinho precoce, às vezes a beijou, e que ela teve um grande admiração para Herr Rupius. Ela iria lhe perguntar no amanhã--sim, ela deve ter certeza como considera todos estes pontos antes ela... bem, antes de ela entrasse com ele na noite no país. Tão então ela decidiu sair--mas onde? Ela parou, irresoluto, a a porta. Tudo que ela poderia fazer eram dar um passeio curto e então ter ceia... mas novamente, onde? Uma senhora só.... Não, ela ceiaria aqui no quarto dela no hotel, e vai cedo para cama de forma que ela poderia ter o resto de uma boa noite e olhar fresco, jovem e bonito pela manhã. Ela fechou a porta e saiu na rua. Ela virou para o cidade interna, e procedeu a um passo muito afiado, porque ela não gostou entrando só na noite. Logo ela alcançou o Anel e foi além do
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