Arthur Schnitzler
e dos sonhos dela, que ela estava em casa. Se ela não tivesse dado o mais leve pensamento para que antes de? Ela não veio de casa--não, agora ela teve chegado em casa. O estrondo na estação a encheu de um sentimento de conforte, o alvoroço das pessoas e carruagens a, tudo, alegrou isso estava triste tinha sido derramado dela. Lá ela se levantou na Franz Josef Station em Viena, no dia um maio morno noite, Bertha Garlan, jovem e bonito, livre e responsável a ninguém, e no amanhã ela era ver o único homem quem ela já teve amado--o amante que tinha a chamado. Ela pôs em um pequeno hotel perto da estação. Ela tinha determinado escolha um do menos à moda, em parte por causa de economia, e também, em parte porque ela se levantou em temor, até certo ponto, de inteligente os garçons e zeladores. Para ela foi mostrada para um quarto no terceiro chão com um janela que olha fora na rua. A camareira fechou a janela quando a visita entrou, e trouxe um pouco de água doce, as botas a colocaram encaixote ao lado do fogão, e o garçom colocou antes dela a inscrição empapele para cima qual a Bertha encheu imediatamente e unhesitatingly, com o orgulho que vem de uma consciência clara. Um sentimento de liberdade como cumprimentos circunstâncias externas, como ela teve não conhecido por muito tempo, a cercou; não havia nenhum do insignificante cuidados domésticos do diariamente redondo, não havia nenhuma obrigação para falar relações ou conhecidos; ela estava a liberdade que noite para fazer da mesma maneira que ela gostou. Quando ela tinha mudado o vestido dela que ela abriu a janela. Ela já teve sido obrigado acender as velas, mas ao ar livre não era contudo totalmente escuro. Ela apoiou os cotovelos dela na janela-soleira e olhou para baixo. Novamente ela se lembrou da infância dela, quando ela tinha olhado freqüentemente abaixo fora do janelas nas noites, às vezes com um dos irmãos dela que tiveram, lançado ao redor para o braço dele os ombros dela. Ela também pensou nos pais dela com
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