Arthur Schnitzler
passado os lábios dela." "Ela o" ama, disse Bertha, decisivamente,; "e isso é o ponto principal." Herr Rupius olhou por muito tempo para ela. "Eu sei o que está em sua mente, embora você não aventura dizer isto. Mas seu marido, minha querida Frau Bertha, mente profundamente na sepultura, e não faz durma antes de sua noite lateral depois de noite." Ele observou com um relance que parecia ascender a Céu como uma maldição. Tempo estava seguindo; Bertha pensou no trem dela. "Quando sua esposa vai começar?" "Nada foi dito aproximadamente que ainda--mas eu estou o, talvez, mantendo?" "Não, não, Herr Rupius, só.... Anna não lhe falou? Eu vou Para-dia de Viena, você sabe." Ela cultivou queimando vermelho. Mais uma vez ele contemplou por muito tempo a ela. Isto parecia a ela como se ele soube tudo. "Quando você está voltando?" ele perguntou secamente. "Em dois ou três dias." Ela teria gostado de dizer que ele estava enganado, que ela não ia ver um homem quem ela amou, que todas estas coisas sobre as quais ele era preocupar eram sórdidos e significam, e realmente de não a importância mais leve para mulheres--mas ela não era inteligente bastante achar as palavras certas para a expresse. "Se você volta em dois ou três dias tempo que você pode, talvez, ache meu esposa ainda aqui. Assim, adeus! Eu espero que você se desfrutará." Ela sentia que o relance dele tinha a seguido como ela passou pela escuridão, quarto encortinado e pelo mercado honestamente. Também, e agora como ela sentou dentro o vagão, ela sentia o mesmo relance e ainda nas orelhas dela mantidas tocando essas palavras em qual lá parecia mentir a consciência de uma imensa infelicidade que ela não teve hitherto entendeu. O tormento desta lembrança parecia mais forte que a expectativa de qualquer alegrias que poderiam a estar esperando, e o mais próximo ela se aproximou o grande cidade o mais pesado ela se tornou no fundo. Como ela pensou do só
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