Capítulo 32. Bertha Garlan

Arthur Schnitzler

Bertha Garlan

saudável; você é paralisado e morrerá logo; Eu tenho um horror de seu aflição e do estado repugnante que deve supervene antes de fosse a um fim. Assim ela diz: Eu só irei embora durante alguns semanas, então eu vou volte novamente e fique com você." A agitação dolorosa de Bertha foi fundida no embaraço dela. "Você está certamente enganado", era tudo aquilo que ela poderia responder. Rupius preparou o tapete que estava no ponto de deslizar abaixo apressadamente fora os joelhos dele. Ele parecia achar isto frio. Como ele continuou falando, ele, puxado o tapete mais alto e mais alto, até finalmente ele estava de acordo isto com ambas as mãos apertado contra o peito dela. "Eu vi isto vindo; durante anos eu vi este momento vindo. Imagine que tipo de uma existência foi; esperando para tal um momento, defenceless e forçado estar calado!--Por que é você olhando para mim assim?" "Oh, não", disse a Bertha, enquanto olhando para baixo honestamente no mercado. "Bem, eu imploro seu perdão por recorrer a tudo isso. Eu não tive nenhuma intenção de fazendo assim, mas quando eu o vi caminhando além de--bem, muito obrigado para tendo me escutado." "Por favor não mencione", disse a Bertha, enquanto estirando mecanicamente fora a mão dela para ele. Porém, ele não notou que isto e ela deixaram isto mentir na mesa. "Agora é por toda parte", disse Herr Rupius; "agora chega o momento de solidão, o tempo de medo." "Mas tem sua esposa... ela o ama, eu estou seguro disto!... Eu sou totalmente certo que você está se dando ansiedade desnecessária. Não vá o curso mais simples é, Herr Rupius, para você pedir para sua esposa que anteceda esta viagem?" "Pedido?..." dito Herr Rupius, quase majestosamente. "Possa eu finjo tenha o direito para fazer assim? AH que estes duram que seis ou sete anos só foram um favour que ela me concedeu. Eu o imploro, considere. Durante tudo não estes sete anos tem uma palavra de reclamação ao desperdício da mocidade dela

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