Arthur Schnitzler
de água e um copo. Quando ele percebeu a Bertha que os olhos dele foram fixados em o dela, como se ele estava fazendo algum pedido a ela, e ela observou isso ele a acenou com um movimento leve da cabeça. Por que ela tinha o obedecido? Por que a teve não levado o aceno dele simplesmente como um cumprimentando e lhe agradeceu e ido no modo dela? Porém, quando em resposta ao aceno dele, ela virou para a porta da casa, ela viu um sorriso de obrigado deslizamento em cima dos lábios dele e ela ainda achou isto no semblante dele quando ela saiu para ele na sacada, pelo quarto fresco, escurecido, e, levando a mão estendida dele, se sentou oposto a ele no outro lado da pequena mesa. "Como você está seguindo?" ela perguntou. No princípio ele não fez nenhuma resposta; então ela observou do funcionamento seu face que ele quis dizer algo, mas parecia como se ele fosse incapaz para profira uma palavra. "Ela vai..." ele saiu a comprimento. Estas primeiras palavras nele proferido dentro um desnecessariamente voz alta; então, como se alarmado ao tom quase gritando, ele somou muito suavemente: "Minha esposa vai me deixe." Bertha deu uma olhada involuntariamente ao redor dela. Rupius elevou as mãos dele, como se a ressegurar. "Ela não nos pode ouvir Ela está no quarto dela; ela é adormecida." Bertha estava envergonhada. "Como você sabe?..." ela gaguejou. "É impossível--totalmente impossível!" "Ela vai embora--fora, durante um tempo, como diz ela... durante um tempo... faça você entende?" "Por que, sim, ao irmão dela, suponho eu." "Ela vai embora para sempre... para sempre! Naturalmente ela não gosta diga a mim: Adeus, você nunca me verá novamente! Assim ela diz: Eu devo goste de viajar um pequeno; Eu preciso de uma mudança; Eu irei para o lago por alguns semanas; Eu deveria gostar de tomar banho; Eu preciso de uma mudança de ar! Naturalmente ela faz não diga a mim: Eu posso suportar isto nenhum mais longo; Eu sou jovem e em meu início e
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