Arthur Schnitzler
sonhos--em uma palavra, você deve ser meu!" Bertha parou novamente, como se ela estivesse apavorada. "Você vai, talvez, considere minhas observações insolente, mas nos deixe levar coisas como são eles. You"--ele fez uma pausa longa--"está só dentro o mundo. Assim é eu--" Bertha fitou ele cheio na face. "Eu sei o de" o qual você está pensando, disse Klingemann. "Isso é tudo de não conseqüência; isso é todo terminado com o momento que você dá para a palavra. Eu tenho um pressentimento escuro que nós dois terno um ao outro muito bem. Sim, a menos que eu seja muito enganado, o sangue deveria estar fluindo em suas veias, meu querido senhora, como morno...." A olhada que a Bertha lhe deu agora era assim cheio de raiva e detestando aquele Klingemann não pôde completar a oração. Ele então começado outro. "Ah, quando você vier pensar nisto, que tipo de uma vida é que eu sou conduzindo agora? É até mesmo um tempo longo, longo desde que eu fui amado por um nobre mulher como você é. Eu entendo, claro que, sua hesitação, ou bastante, sua recusa. Deuce levam isto, claro que precisa um pouco de coragem--com tal um companheiro desacreditador como sou eu, também... embora, talvez, coisas não são isso mesmo ruins. Ah, se eu pudesse achar só um humano alma, um tipo, alma feminina!"--Ele enfatizou a "alma feminina"--"Sim, meu querida senhora, era como pouco significado ser meu destino como era seu para ansiar fora e cultiva crabbed em tal um buraco de uma cidade como isto. Você não deve ser ofendido se eu... se eu--" As palavras começaram a fracassar o quando ele chegou a verdade. Bertha olhou a ele. Ele parecia a ela naquele momento ser bastante ridículo, quase, lastimável, e muito velho, e ela desejou saber como era que ele ainda teve a coragem, não tanto sobre proponha a ela, como iguale para cortejar simplesmente o favour dela. E ainda, para o próprio assombro dela e envergonha, lá transbordou destes
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