Arthur Schnitzler
Bertha estava tão indignada a esta observação que ela não tentou achar uma resposta, mas chamou Fritz, e estava a ponto de partir. Porém, Klingemann a agarrou pela mão. "Pare", ele sussurrou, enquanto contemplando ao chão. Bertha abriu os olhos dela largo; ela não pôde entender. De repente Klingemann observou do chão e fixo os olhos dele em Bertha. "Eu o amo, você vê", ele disse. Bertha proferiu um baixo grito. Klingemann deixou vá a mão dela, e somou dentro um real fácil tom sociável: "Talvez isso o golpeia como bastante estranho." "É desconhecido de!--desconhecido de!" Mais uma vez ela buscou ir, e ela chamada Fritz. "Pare! Se você me deixa só agora, a Bertha...." dito Klingemann, agora em um tom suplicante. Bertha tinha recuperado os sensos dela novamente. "Não me chame a Bertha!" ela disse, veementemente. "Que lhe deu o direito para faça assim? Eu tenho nenhum desejo para dizer qualquer coisa mais adiante a você... e aqui, de tudo, lugares!" ela somou, com um relance descendente que, como seja, pediu o perdão do morto. Enquanto isso Fritz tinha voltado. Klingemann parecia muito desapontado. "Minha querida senhora", ele disse, a Bertha seguinte que, segurando Fritz pelo dê, estava caminhando lentamente fora: "Eu reconheço meu engano. Eu deveria ter começado diferentemente e não disse que que parece ter amedrontado agora você, até que eu tinha me acabado." Bertha não olhou para ele, mas disse, como se ela estava falando para ela: "Eu não teria considerado isto possível; Eu pensei que você era um cavalheiro...." Eles estavam no portão de cemitério. Klingemann olhou atrás novamente, e em seu olhe havia algo de pesar a não ter podido terminar a cena dele na sepultura para um fim. Chapéu em mão, e torcendo o tira pela qual foi firmado, redondo o dedo dele, e ainda mantendo por O lado de Bertha, ele foi em dizer: "Tudo que eu posso fazer são agora repetir que eu o amo, que você me procura dentro meu
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