Capítulo 7. A Porta na Parede e Outras Histórias

H. G. (Herbert George) Wells

A Porta na Parede e Outras Histórias

iniciativa que a maioria das crianças atinge escassamente antes das sete ou oito. A mãe dele morreu quando ele nasceu, e ele estava abaixo o menos vigilante e autorizado ao cuidado de uma governanta de berçário. O pai dele era uma popa, advogado preocupado que lhe prestou pouca atenção e grandes coisas esperadas dele. Para todo seu brilho ele achou vida um pequeno cinzento e entorpece eu penso. E um dia que ele vagou. Ele não pôde recordar a negligência particular para a que o habilitou escape, nem o curso que ele levou entre as estradas de Kensington Ocidentais. Tudo aquilo tinha enfraquecido entre os borrões incuráveis de memória. Mas o parede branca e a porta verde se salientavam bastante distintamente. Como a memória dele daquela experiência infantil remota correu, ele fez ao muito primeiro visão daquela experiência de porta uma emoção estranha, uma atração, um desejo para adquirir à porta e abrir isto e entra. E ao mesmo tempo ele teve a convicção mais clara que ou isto

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