Capítulo 66. A Máquina de Tempo

H. G. (Herbert George) Wells

A Máquina de Tempo

estava doente restringido e ainda ansioso tirar proveito de minha perplexidade. A relva deu melhor deliberação. Eu achei um encaixe rasgado nisto, sobre a meio caminho entre o pedestal da esfinge e as marcas de meus pés onde, em chegada, eu tinha lutado com a máquina transtornada. Havia outros sinais de remoção aproximadamente, com esquisito estreito pegadas gostam esses que eu poderia imaginar feito por uma indolência. Isto dirigiu minha atenção mais íntima para o pedestal. Era, como penso eu que eu disse, de bronze. Não era um mero bloco, mas altamente decorado com profundamente painéis moldados em qualquer lado. Eu fui e bati a estes. O pedestal era oco. Examinando os painéis com cuidado eu os achei descontínuo com as armações. Havia nenhuma manivela ou buracos da fechadura, mas possivelmente os painéis, se elas fossem portas, como supus eu, abriu de dentro. Uma coisa estava clara bastante para minha mente. Levou nenhum mesmo grande esforço mental para deduzir que minha Máquina de Tempo estava dentro disso

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