H. G. (Herbert George) Wells
máquina, desperdiçando respiração boa assim. Eu chorei em voz alta, e nenhum respondido. Não uma criatura parecia estar mexendo dentro aquele enluarado mundo. 'Quando eu alcancei o gramado que meus piores medos foram percebidos. Não um rastro da coisa seria visto. Eu sentia lânguido e frio quando eu enfrentei o espaço vazio entre a confusão preta de arbustos. Eu corri isto em volta furiosamente, como se a coisa poderia ser escondida em um canto, e então parado abruptamente, com minhas mãos apertando meu cabelo. Sobre mim sobressaiu a esfinge, no pedestal de bronze, branco, lustrando, leproso, em a luz da lua nascente. Parecia sorrir em escárnio de meu desânimo. 'Eu poderia ter me consolado imaginando as pequenas pessoas tinha posto o mecanismo em algum abrigo para mim, me teve não sentido assegurado de a insuficiência física e intelectual deles/delas. Isso é o que espantou eu: o senso de algum hitherto poder insuspeito, por de quem intervenção minha invenção tinha desaparecido. Ainda, em primeiro lugar eu sentia
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