Capítulo 56. A Máquina de Tempo

H. G. (Herbert George) Wells

A Máquina de Tempo

guerra ou violência solitária, nenhum perigo de bestas selvagens, nenhum desperdiçando infecte requerer força de constituição, nenhuma necessidade de labuta. Para tal uma vida, o que nós deveríamos chamar o fraco é bem como equipado como o forte, realmente é nenhum mais longo fraco. Melhor realmente equipado eles é, para o forte seria se irritado por uma energia para qual lá não era nenhuma saída. Nenhuma dúvida a beleza primorosa dos edifícios que eu vi era o resultado do último surgings do agora energia despropositada de gênero humano antes de resolvesse abaixo em harmonia perfeita com o condições debaixo das quais viveu--o adorno daquele triunfo que começado a última grande paz. Este alguma vez foi o destino de energia dentro segurança; leva a arte e para erotismo, e então vem langor e decadência. 'Até mesmo este ímpeto artístico se extinguiria afinal--quase tinha morrido pelo Tempo vi eu. Se adornar com flores, dançar, para cante na luz solar: tanto foi partido do espírito artístico, e

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