Capítulo 50. A Máquina de Tempo

H. G. (Herbert George) Wells

A Máquina de Tempo

verdura, alguns em ruínas e algum silêncio ocupados. Aqui e lá rosa uma figura branca ou prateada no jardim desperdício da terra, aqui e lá vindo a linha vertical afiada de alguma cúpula ou obelisco. Lá era nenhuma cerca viva, nenhum sinal de direitos proprietário, nenhuma evidência de agricultura; a terra inteira tinha se tornado um jardim. 'Assistindo assim, eu comecei a pôr minha interpretação nas coisas eu tive visto, e como se amoldou a mim que noite, minha interpretação, era deste modo algo dentro. (Depois eu achei eu tive só um meia-verdade--ou só um olhar rápido de uma faceta da verdade.) 'Parecia a mim que eu tinha acontecido em humanidade na míngua. O pôr-do-sol corado fixou pensando no pôr-do-sol de gênero humano para mim. Para o primeiro tempo que eu comecei a perceber uma conseqüência estranha da reunião social esforço no qual nós estamos no momento comprometidos. E ainda, venha pensar, é bastante uma conseqüência lógica. Força é o resultado de necessidade;

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