Capítulo 63. Violetas e Outros Contos

Alice Ruth Moore

Violetas e Outros Contos

vida anterior, mas para tudo aquilo, Michel, o dono de mercearia de quarto ao canto,, e Mme. Laurent que manteve o rabbe faz compras defronte, tinha arrumado tudo entre eles, da história triste dela e glórias de passado. Não que eles souberam, entretanto o Michel tem que inventar algo quando os vizinhos vieram a ele, a cabeça de fonte deles/delas de sabedoria. Uma manhã pequeno Senhorita Sophie abriu largo as janelas sujas dela pegar o frescor cedo do vento de outono como assobiou pelo árvores amarelo-folheadas. Era um desses acalma, azul-nublou, balsâmico, Dias de novembro que Nova Orleães pode ter quando todo o resto do país é pele-embrulhado. Senhorita Sophie puxou a máquina dela à janela onde o doce, úmido vento poderia bater entre as fechaduras pretas dela. Zumba, zumba, foi a máquina, enquanto fazendo tique-taque rapidamente e ligeiramente em cima dos cintos das calças de jean ásperas. Zumba, zumba, sim, e Senhorita Sophie era de fato zumbindo uma melodia! Ela sentia para-dia claro estranhamente. ""Foi_ de _Ma, Michel murmurado, que passeia pela rua para onde Mme. O Laurent sentou, enquanto cosendo atrás do contador em azul e marrom-conferiu aventais, "mas o pequeno ma'amselle canta. Talvez ela lembra." "Talvez", murmurou a mulher de rabbe. Mas pequeno Senhorita Sophie sentia inquieto. Um impulso estranho parecia puxando o dela para cima cidade, e a máquina parecia correr lento, reduz a velocidade, antes de fosse cosa o número infinito de cintos de jean. Os dedos dela tremeram com pressa nervosa como ela fixou para cima o pacote preto de difícil controle do acabado trabalhe, e os pés dela tropeçaram razoavelmente em cima de um ao outro na ânsia deles/delas para adquira a Rua de Claiborne onde ela poderia subir a bordo o carro de para cima-cidade. Lá era um desejo febril para ir em algum lugar, um senso de elation,--tolo felicidade que trouxe um eco lânguido de cor nas bochechas comprimidas dela.

Prev Conteúdos Next