Mór Jókai
gritando. Mas eu estava enganado. O criado para quem eu tinha enviado o poste-escritório para remeter minha carta ao corretor em Bruxelas, entrou apressadamente, a face dele lívido com medo. "Monsieur, o salve!" ele chorou. "A turba está vindo." "Vindo onde?" "Para este hotel. Um diplomata alemão viveu aqui antes de você, e as pessoas pense esta ainda é a casa dele. Alguém lhes deu uma sugestão, e eles levou isto, e eles estão vindo fazer temporal e saquear a casa. As residências de dois banqueiros foram demolidas deste modo dentro, só, porque os nomes deles/delas tiveram um som alemão." "Os deixe só", eu disse; "Eu falarei com os líderes deles/delas. Agora vá senhora, e lhe fala eu imploro ela se aposentará para o inverno-jardim, e não saia em todo caso disto ou para qualquer barulho." O criado obedeceu, e eu cingi novamente em minha espada, vestida meu kepi, e ido escada abaixo. O zelador tinha fechado a entrada, mas um murmurando alto e batendo barulho foi tido notícias do exterior.
| Prev | Conteúdos | Next |