Capítulo 65. A Comédia de amor

Henrik Ibsen

A Comédia de amor

CORO. Minhas asas que eu abro, minhas velas esparramaram largo, E parte como uma maré vítrea de vida de águia; Gaivotas seguem meu sulco está espumando; Ao mar com o lastro de cuidado e cark; E isso que se eu quebro meu latido vagando, Está passando para estar vagando docemente! FALK [a partir de um devaneio]. O que, música? Ah, será o quartette de Lind Se levantando o júbilo deles/delas.--Bem se encontrado! [Para GULDSTAD que entra com um sobretudo no braço dele. Ah, se retirando, senhor? GULDSTAD. Sim, com sua benevolência. Mas me deixou vestir meu sobretudo primeiro. Nós prosa-povos são suscetíveis a frio; O vento noturno nos leva pela garganta discordante. Boa noite! FALK. Senhor, uma palavra antes que você procede! Me mostre uma tarefa, um poderoso, você sabe--! Eu estou participando de vida--! GULDSTAD [com ênfase irônica]. Bem, em você vá! Você achará que você é dentro para isto, realmente.

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