Booth Tarkington
não adotaria um estranho em lugar de um; a implicação dela sendo isso tinham lhe, um estranho, sugerido para a posição e tinha sido considerado ele elegível para isto. Ele continuou rezando, enquanto não relaxando um cabelo. "Me escute, cace", disse Prata de Gatinho. "É você um cachorro, ou não é você um cachorro? Whut _is_ você, de qualquer maneira?" Mas imediatamente ela retirou a pergunta. "Eu ai não astin' você!" ela exclamado supersticiosamente. "Se você não for nenhum cachorro, não faça você leva um' conte eu whut você é: você leva um' mantenha a you'se'f, 'causa eu visto' queira escute isto!" Para os olhos de granada em baixo do grande crisântemo preto realmente parecia indicar que o dono deles/delas estava a ponto de usar idioma humano em um humano voz. Porém, ao invés ele parecia estar contente com o pequeno dele exibição, permitiu o forepaws dele para voltar ao chão, e olhou a o dela com o wistfully de cabeça dele inclinado a um lado. Isto a ressegurou e até mesmo um pouco a ganhado. Lá mexido dentro dela aquele senso curioso de relação evocou do primeiro pelo aparecimento sugestivo dele; afeto esteve nascendo, e uma admiração da que era de certo modo uma forma Narcisismo. Ela o endereçou em uma voz molificada: "Whut que você quer agora? Don' me fale lhe' faminto, 'causa você awready et terminado dois biskit de cachorro um' leite de pires grande. Whut você vara você' ole face preta encruzilhadas a fer de _me_, mel?" Mas há pouco então o cachorro subiu para olhar sugestivamente para o canto do casa. "Alguém está vindo", ele quis dizer. "Quem você spectin', cachorro de li'l?" Sra. Silver indagou. Florença e Herbert vieram a casa em volta, Herbert insignificante com um bola de tênis e levando uma raquete debaixo do braço dele. Florença estava descascando um laranja. "Para as causas de Heavenses!" Florença chorou. "Prata de gatinho onde em terra este cachorro vem de?" "B'long você' Tia Julia."
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