Alexander Hume
ju_d_gement escrevendo em pág. 11, pág. de ju_d_ge, 8, e pág. de ju_d_g 33, mas juge pág. 18; e há outros exemplos inúmeros que seria tedioso enumerar. Novamente, o autor usa uma mistura de Sulco e inglês, assim nós às vezes temos ane e às vezes um; nae em página 1 e noe em pág. 2; égua e mastreação, e mais e a maioria, até mesmo na mesma oração (pág. 30); e dois são spelt de três modos diferentes, tuae, tuo, e tuoe. O permanência de nosso autor na Inglaterra parece ter chamado a atenção dele para o diferenças entre os dois idiomas de Escócia e Inglaterra que ele distingue como Norte e Sul. Ele mostra certamente, em alguns exemplos, a maior justeza do Sulco com respeito à ortografia de palavras derivaram do latino; como, retine em vez de retenha, corage em vez de coragem, etc. (pág. 20) em qual palavras as cartas redundantes que nós os Sulistas introduziram é jogado fora. Porém, ele é por nenhum meios parcial, e nos dá elogia quando ele pensar que nós merecemos isto. Página 9. Os argumentos em favour do som dado pelo inglês Universidades para o _i_ latino são curiosas: é declarado para ter seu avalie no +ei+ grego; mas o autor parece ter estado em erro como para o mihi soando inglês e tibi semelhante, ou nossa pronúncia deve mudou o tempo dele desde então. PÁG. 10. O autor fala da carta _y_ como sendo usado pelo Sul para o som agora simbolizado por _i_ com um _e_ final que segue o consoante sucessiva, como _will_ com um _i_, e _wile_ com um _y_ em lugar do _i_ e _e_ final; assim da mesma maneira ele soletra escreva, _wryt_. PÁG. 11 (7). Ele dá comida, bem, sangue, como exemplos do mesmo som,, deduzindo assim que o inglês pronunciou os dois posterior para para rime com comida. PÁG. 11 (8). Ele contesta ao uso de _w_ para _u_ no diphthongal som de _ou_, e então soletra _how_, _now_, etc., _hou_, _nou_. PÁG. 11 (10). É difícil aqui ver isso que a pronúncia de
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