Capítulo 8. A Morte-esteira - ou Loucura; um Necromaunt em Três Quimeras

Thomas T Stoddart

A Morte-esteira - ou Loucura; um Necromaunt em Três Quimeras

E topázios esperaram berilo brilhantemente. Assim Agathe!--mas tu arte doentio triste, E tellest eu, o Julio pobre está furioso-- Sim, furioso!--era ele não mais furioso quando ele sware Um voto para Céu? não era lá lá nenhuma loucura, Que ele deveria fazer--para por que?--um fio santo De penitências? Nenhuma penitência trará A consciência ferida para a luz santificada De peace,--oh! Eu estou perdido, e há noturno, Desespero e escuridão, escuridão e desespero, E quer, isso me caça para o leão-toca De perdição selvagem: e eu os ouço tudo-- Tudo que me amaldiçoam! Os mesmos sol-raios caem Em maldições, e a sombra da lua, E a luz de estrela pálida, e os ventos que afinam As vozes deles/delas para a música do mar,-- E thou,--sim, tu! meu Agathe suave!-- Toda a maldição eu!--Oh! que eu nunca era, nunca!-- Ou mas uma fantasia ofegante que já era À toa na selva de Tempo,

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