Capítulo 2. A Morte-esteira - ou Loucura; um Necromaunt em Três Quimeras

Thomas T Stoddart

A Morte-esteira - ou Loucura; um Necromaunt em Três Quimeras

Em cima do corse pálido e solitário! Chuva luz macia, estrelas de ye, aquele tremor o orvalho De suas flores eternas! e tu, também, Lua! notou de poder de thy, enquanto maré-agüentando a rainha! Aquele hast um escravo e votary dentro O grande pedra-acorrente deeps, e grito de hearest Para thee as ondas famintas, apressando por, Como um rebanho vasto de wolves,--queda cheio e justo Em Julio como ele sleepeth, iguale lá, Entre o seio suplicante do mar!-- Durma! dost tu venha, e em thy abençoou joelho Com silencie e sussurre o cérebro preocupado para calmaria Deste morte-amante?--Ainda os olhos puxam Os orbes deles/delas em Agathe--esses olhos pretos! Todo sério no ladye como mente ela Na mortalha branca dela. Eles não vêem, entretanto eles são Como se eles vissem; nenhum esplendor como uma estrela Está debaixo das chicotadas escuras deles/delas: eles estão cheios

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