Capítulo 8. A Covinha de Dotty de pequeno Prudy

Sophie [pseud.] May

A Covinha de Dotty de pequeno Prudy

grito; o próximo era espirrar. Prudy desejou "todas as pessoas abaixo rua, e todas as senhoras que viveram no o inteiro' as casas, poderia ver o irmã nova." O coração dela inchou com orgulho quando admirando as senhoras levaram o pequena criatura inconsciente nos braços deles/delas, dizendo, "Realmente, é um notavelmente bonita criança. Que olhos estrelados! Que dedos mindinhos graciosos! A boca dela não é amoldada como Prudy?" Sra. Parlin não aprovou berços, e o enfermeira teve uma moda de rodando o bebê em uma manta e a pondo abaixo em todos os tipos de lugares. Um dia pequeno Prudy se arremessou na cadeira de balanço grande, não notando o pacote pequeno que se deita lá, debaixo de uma seda, lenço. Foi temido no princípio que o bebê fosse esmagado a morte; mas quando ela foi ouvido para chorar, Sra. Parlin disse, "Nós temos grande causa para gratidão. Tão longe como posso julgar eu, é só seu _nose_ que é quebrado!" Mas o doutor pronunciou os ossos do bebê como soe como já.

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