Booth Tarkington
é sagrado, não o faça?" "Ess." "Não faça você pensa que amor é a coisa mais sagrada há--quer dizer, se isto REAL amor é?" "Ess." "_I_ fazem", disse William, calorosamente. "Eu--eu estou alegre você sente assim, porque Eu penso que real amor é o tipo que ninguém poderia ter mas há pouco uma vez no deles/delas vidas, mas se não é nenhum REAL amor, por que--por que a maioria das pessoas nunca tem isto a tudo, porque--" Ele pausou, enquanto parecendo buscar para a frase exata que expressaria o significado dele. "--Porque o REAL amor um homem sente para um a menina e uma menina para um homem, se eles REALMENTE amam um ao outro, e, você olha a um caso assim, claro que eles AMBOS amariam um ao outro, ou isto não seja bem real amor, o que _I_ diz é, se for REAL amor, bem,, é--é sagrado, porque eu penso que amável de amor sempre é sagrado. Você não pensa que amor é sagrado se isto a real coisa é?" "Ess", disse Senhorita Pratt. "Faça Flopit novamente. Seja Flopit!" "Berp-werp! Berp-werp-werp." E dentro da biblioteca se estorceu um homem agonizado e murmurou: "FORMULE! FORMULE! PALAVRA--" Esta repetição rouca tinha ficado quase contínua. ... Mas fora na varanda que pequeno, jasmim-perfumado pavilhão em Arcady onde mocidade chorou a mocidade e cabeças douradas seja haloed dentro o bebida alcoólica, lá derrube um silêncio. Não silêncio absoluto, para lá fora um música etérea constantemente soou, desconhecido e esquecido por orelhas mais velhas. Tempo era quando os dramaturgos astutos usaram "música incidental" dentro o deles/delas dramas; eles souberam que uma audiência seria movida tão longo como a música jogado; crédulo enquanto aquele encanto astucioso durou. E quando o esfolado Sr. Parcher desejou saber como essas pessoas jovens fora na varanda poderia escutar um ao outro e não dado, era porque ele não fez ouça e tinha esquecido da música que pulsa nas veias de mocidade. Não obstante, pode não ser negado que apesar da memória pobre dele este homem
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