Capítulo 16. Crianças do Selvagem

Charles G. D. Roberts

Crianças do Selvagem

tantos cheiros para os que nós não quisemos. Eh? E eu lhe, as crianças, falo não queira cheirar aquele cheiro. Era uma raposa. Eles não puderam lutar um raposa. Não contudo. Com os corações deles/delas nas gargantas deles/delas apoiaram eles suavemente até a porta da frente, e esperou, pronto passar despercebido na água. "Mas felizmente a raposa era esperta, e orgulhosa disto. Ele tinha ouvido um rumor que as lontras velhas estavam mortas. Mas ele era muito muito esperto para acredite tudo que ele ouviu. Há pouco estaria como eles, ele pensou, para finja eles estavam mortos, de forma que ele poderia entrar e poderia pegar. Seguramente havia um cheiro de lontra bom, forte, ao vivo que vem para cima fora de aquele buraco. Ele meteu o nariz dele abaixo e deu uma inalação muito alta, então, levantado a orelha dele nitidamente e escutou. Nada mexeu. Se tivesse sido só o pequeno, abaixo lá tudo por eles, ele pensou, eles teria sido amedrontado bastante para saltar. Assim, era claramente uma armadilha. Renunciando ao grande complaisantly de rabo fechado dele, ele andou pé ante pé fora caçar coelhos, contente com a noção que alguém ia adquirir outro levado dentro. "As crianças ficaram onde eles eram, feche ao lado da água. O primeiro vislumbre de amanhecer, golpeando na superfície nublada da piscina, fora de, lutou para cima na guarida. As crianças viraram cumprimentar isto, com o pensamento, talvez, que estava na hora para ir pescar. Só a este momento o visom que tinha estado procurando as sobras seu truta onde ele tinha lhes deixado no banco (ele era um bobo, claro que,, já ter os deixado lá), veio, enquanto mergulhando na porta da frente funda de a guarida para se vingar no pequeno desprotegido. O esbelto dele forma preta era visível como subiu pela água tornando cinza. Como o cabeça pontuda estourou sobre a superfície, foi confrontado antes das duas

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