Capítulo 2. O Homem de Casa

Booth Tarkington

O Homem de Casa

RIBIERE. [como entra ele]. Ah, Mariano! MARIANO. [se curvando e o cumprimentando gayly]. Monsieur Ribiere! Que de J'espere etes de vous-- [Ele rompe, voltas no salto de sapato dele para os músicos invisíveis, e gritos.] Silenzio! [Ele vira novamente depressa a RIBIERE.] RIBIERE. [com um relance de advertência para hotel]. Nos deixe falar o inglês. Não há tantos que entendem. MARIANO. [educadamente]. Eu ainda espero Monsieur ocupam o exalte' posição de secretar' para Monseigneur o Principal-duque. RIBIERE. [senta e abre escrever-caso, responde gravemente]. Nós não vamos mencione o nome ou grau de meu empregador. MARIANO. [com gesto e acento de desespero]. Novamente incógnito! Todo ano ele vem para nosso hotel para dois, três dia, mas sempre incógnito. [Ele termina colocação a mesa.] Nós perdemos a honra a isto soube. RIBIERE. [olhando para o relógio dele]. Ele é no automóvel dele de Nápoles. Tudo é ser como no visitas anteriores de meu empregador--estritamente incógnito. É compreendido todo a pessoa o endereçará como von de Herr Groellerhagen-- MARIANO [repetindo o nome cuidadosamente]. Von de Herr Groellerhagen-- RIBIERE. Ele deseja ser pensado um alemão. [Leva um nota-livro de caso.] MARIANO. Tal um homem! de capricho? Excentrique? Ha! RIBIERE. Você disse isto. Ontem à noite ele falou por casualidade para um singular Norte americano no hotel a Napoli. Para-dia ele tem aquele estranho para companheiro no automóvel. Eu protesto. O que usam? Ele riso para meio uma hora! MARIANO. Ele não está como esses o primo seu a St. Petersburg um' Moscowa. Um' contudo entretanto Monseigneur é tão bom um' generoso, não vá a greve anarquista contra o nome de realeza ele? Você não tem o medo? RIBIERE [abrindo o nota-livro dele]. Eu tenho. Ele tem _not_. Eu levo isso que precaução que eu posso secretamente dele. Você tem poucos convidados? MARIANO [sorrindo]. Está tão cedo na estação. Esse músico pobre'

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