Capítulo 50. A Vida do Espírito e a Vida de Para-dia

Evelyn Underhill

A Vida do Espírito e a Vida de Para-dia

perfeição irrealizada que produz tal dor e alegria, tais volições, tal, resultados eternamente variados e reais; e tudo por meio de só este vívido e impressão persistente que esta Formação é um já percebeu Perfeição."[36] então entretanto o desejo irresistível e o esforço adiante, experimentou em níveis mais altos de amor e conserta, é claramente um-meia da vida do Espírito--que nunca pode ser consistente com um indolência piedosa, uma aceitação de coisas como são eles, ou no social ou a vida individual--contudo, o outro meio, e o mesmo inspiração disso que se esforça, é esta certeza de um untarnishable Perfeição, uma grande meta realmente lá; um Deus vivo Que puxa tudo espíritos para Ele. "Nossa indagação", disse Plotinus, "é de um Fim, não de fins: para isso só pode ser escolhido por nós que é último e mais nobre, que que chama os desejos de tenderest de nossa alma adiante."[37] Há um senso no qual tal uma vida do Espírito é claro que o

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