Caius Cornelius Tacitus
orador de eminência. Quando ele falou em público, a energia natural seu, a mente o apoiou, e o calor da imaginação dele o fez veemente e patético; o idioma dele era animado, tipo negrito, e correnteza; mas quando ele, depois, levou a caneta dele em mão corrigir e polir, o ajuste de entusiasmo terminou; as paixões dele desapareceram, e o composição estava fria e desfalecida. _Galbam fortasse vis non ingenii solum, animi de etiam de sed, et naturalis quidam dolor, dicentem, incendebat, efficiebatque, incitata de et de ut, gravis de et, vehemens de et, oratio de esset; dein cum otiosus stilum prehenderat, omnis de motusque, animi, ventus de tanquam, defecerat de hominem, oratio de flaccescebat. Ardor animi non semper adest, consedit de cum de isque, vis de illa de omnis, quasi de et, oratoris de flamma extinguitur._ _De Claris Orat._ s. 93. Suetonius diz, que a pessoa aqui pretendeu era de dignidade consular, e, por seu eloqüência, deu peso e lustra à família dele. _Life de Galba_, s. iii. [b] Caius Papirius Carbo era cônsul A.U.C. 634. Cicero deseja que ele tinha se provado como bem um cidadão, como ele era um orador. Sendo impugnado para a conduta turbulenta e sediciosa dele, ele não escolheu estar de pé o evento de uma tentativa, mas escapou o julgamento do senado por uma morte voluntária. A vida dele estava gasta em causas forenses. Os homens de senso que o ouviu informaram, que ele era um fluente, orador animado, e harmonioso; às vezes patético, sempre agradando, e abundando com inteligência. _Carbo, suppeditavit de vita de quoad, est em multis, cognitus de causisque de judiciis. Hunc qui audierant prudentes homines, oratorem de canorum, volubilem de et, acrem de satis de et, et de eundem de atque, vehementem, dulcem de valde de et, fuisse de perfacetum de et dicebant._ _De Claris Orat._ s. 105. [c] já foram mencionados Calvus e Caelius. Veja s. xvii. nota [c]. [d] Caius Gracchus era tribuna das pessoas A.U.C. 633. Nisso
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