Amy E. Samuel M.;Zwemer Zwemer
o metrical francês _contes;_ mas Barham não deve nada ao francês dele modelos economizam a sugestão de método e forma. Não só é a questão dele todos seu próprio, mas ele tem _Anglified_ o ser inteiro da forma de metrical isto. A facilidade dele de versificação, o modo em qual o todo idioma parece ser líquido nas mãos dele e pronto verter em qualquer canal de verso, era um das coisas maravilhosas de literatura. Sim não precise do movimento fortuito livre da maioria dos contos onde as linhas podem ser qualquer coisa de um pé para seis, de spondaic para dactylic: em alguns deles ele se amarrou até o mais rígido e metrical inflexível forma, e moveu ligeiramente e livremente como nesses acorrenta como se eles fossem non-existentes. Sobre as rimas surpreendentes que nos conheça a todo passo, eles formam neles um tipo pungente de inteligência; freqüentemente dobre e até mesmo triplique, uma palavra que rima com uma frase inteira ou uma frase com another,--não só do tipo mais estranho, mas como bem adaptado às necessidades de expressão e significando como se planejado ou inventado para aquele propósito alone,--eles produzem em nós o efeito do humor mais rico. Um das "propriedades" mais divertidas dele é o jogo de "moralidades" que ele puxa para tudo, de literalness absurdo e gravidade infantil, o perfeição de enganar solene. Assim no 'Se deite de St. Cuthbert', onde o Diabo capturou o herdeiro da casa, "Quem o enfermeira tido esqueceu e partiu lá na cadeira dele, Chupando o dedo polegar dele e a pêra dele alternadamente," a moral é tirada, entre outros,,-- "Talvez é bem como manter as crianças de ameixas, E pêras na estação deles/delas--e chupando os dedos polegares deles/delas." E parte da moral para o 'Se deite de St. Medard é-- "Não dê apelidos de pessoas! não faça, até mesmo em diversão, Chame qualquer um 'o filho rapé-colorido de uma arma!'" E eles geralmente arejam astutamente para cima com alguns pedaço astuto de mundano
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