Amy E. Samuel M.;Zwemer Zwemer
é puído, as botas ásperas dele são consertadas, e o lado rasgado seu casaco nunca revela uma garrafa cheio e nunca vazio. A carteira dele contém pão e queijo; ele tem um trapaceiro, e um tubo de oaten. O nome dele é Cornix, e ele ostenta que ele teve experiência mundana. O outro pastor, Coridon, enquanto não tendo visto nada, reclama de vida rural. Ele murmura a o calor de verão e o resfriado do inverno; a camas no chão pedregoso, e os perigos de dormir onde os lobos podem rastejar dentro devorar o ovelha; das mãos ásperas duras dele, e o dele tostou, enrugado, e pele afetado pelo tempo. Ele pergunta se todos os homens estão tão infelizes. Cornix, se refrescando a intervalos com a garrafa dele e crostas, mostra para ele a quantia pequena de liberdade em tribunal, discursos na loucura de ambicione, se deita nu a rapina, avareza, e cobiça do mundano-notado, e demonstra que o tribunal é pintado justo sem, mas dentro disto é feio e vil." Ele dá o quadro então de um a vida de cortesão debaixo da qual é citada. Ele conta como os trovadores e cantores, filósofos, poetas, e oradores são mas os escravos de príncipes protetores; como as mulheres bonitas enganam; descreve a ele, quem, soube nada mais que uma dieta de pão e queijo, as delícias do mesa; dilata nas xícaras de prata e ouro, e o copo cristalino lustrando com vinho vermelho e amarelo; os esgotos que agüentam em guindaste assado, pavões deslumbrantes, e juntas saborosas de carne de boi e carne de carneiro; o escultor brandindo a faca destra dele; os pudins, o pasties, que os peixes fritaram em doces óleos e guarneceu com ervas; as fantasias dos homens e mulheres em pano de ouro e prata e damasco alegre; o estrondo de música, vozes, risada, e gracejos; e então pinturas um quadro dos senhores e senhoras em que mergulham as facas deles/delas nas carnes e as mãos deles/delas travessas, derramando vinho e molho no igualmente glutônico deles/delas
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