Amy E. Samuel M.;Zwemer Zwemer
que pertenceu a ele, e ele ousou não retenha o serviço requerido dele; de forma que, com toda sua humildade, ele estava por necessidade o primeiro, embora nunca para ele ou para fins privados. Ele amou fama, o aprovação de gerações vindo, a opinião boa dos membros da raça humana dele de o próprio tempo dele, e ele desejou fazer a conduta dele coincidir com seu desejos; mas não medo de censura, não o prospecto de aplauso pôde o tente desviar de retidão, e o elogio que ele desejou era a condolência daquele sentimento de moral que existe em todo peito humano, e vai adiante só para o acolhimento de virtude. Houve soldados em que alcançaram vitórias mais poderosas o campo, e fez conquistas que mais quase correspondem ao boundlessness de ambição egoísta; estadistas que estiveram conectado com mais motins surpreendentes de sociedade: mas é a grandeza de Washington que em fideicomissos públicos que ele usou dê poder a somente para o bem público; que ele era a vida e moderador e fica da revolução mais momentosa dentro negócios humanos; seu impulso comovente e seu poder contendo.... Este também é o elogio de Washington: que nunca na maré de tempo tem qualquer homem vivido que teve dentro tão grande um grau a faculdade quase divina comandar a confiança dos membros da raça humana dele e reger o legando. Onde quer que ele fosse conhecido, na família dele, o bairro dele, o município dele,, o Estado nativo dele, o continente, o acampamento, vida civil, entre a terra comum, pessoas, em tribunais estrangeiros, ao longo do mundo civilizado, e até mesmo entre os selvagens, ele, além de todos os outros homens, teve a confiança de o tipo dele. Registrado por D. Appleton e Companhia, Nova Iorque. O JOHN E MICHAEL BANIM (1798-1846) (1796-1874) Dos escritores que ganharam estima contando as histórias patéticas de o pessoas do país deles/delas, são enfileirados os nomes de John e Michael Banim
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