Capítulo 53. O "Peixe-vermelho"

Arthur Cheney Train

O "Peixe-vermelho"

realizações que ganham nosso aplauso para o qual nós damos nossas decorações na América? Nós honramos mais mais os homens que verdadeiramente servem a geração deles/delas e o país deles/delas? Ou nós parimos, bastante, nesses que somente saque eles? É uma questão de orgulho conosco--freqüentemente expressou em depreciação de nossos contemporâneos europeus--que nós somos uma nação de trabalhadores; que para ocupe qualquer cargo na comunidade todo homem tem que ter um trabalho ou caso contrário perca casta; que nós não toleramos nenhum vadiando. Nós não escondemos nosso desprezo para a rachadura que não abaixa diariamente para o escritório ou negócio. Freqüentemente, claro que, nossos trabalhadores ostentosos abaixam, mas faz muito pequeno trabalho. Nós sentimos de alguma maneira que todo homem deve isto para o comunidade para pôr dentro de seis para dez horas tempo abaixo o residencial distrito. Homens jovens que herdaram riqueza são como chary de perder uma hora como os balconistas deles/delas. O milionário ocupado senta à escrivaninha dele todo o dia--a orelha dele para o telefone. Nós assumimos que estes homens são úteis porque eles são ocupado; mas em o que consiste a utilidade deles/delas? Eles são o que ocupam sobre? Eles estão fixando um exemplo de mera indústria, talvez--mas para que fim? Simplesmente, em sete casos fora de dez para adquirir alguns dólares ou alguns milhões mais que eles já têm. Os esforços deles/delas não tenha nenhum resultado excluir para permitir as famílias deles/delas a viver dentro até maior luxo. Eu conheço cinqüenta homens, pais de famílias cujas casas podem, pelo menos radie bondade e condolência e fixe um exemplo de modo, generoso e largo-notado a viver, quem, já além rico as necessidades deles/delas, pressa, o centro da cidade antes das crianças deles/delas foi para a escola, passe apressado, dias nervo-atormentando o acumulando de mais dinheiro, e devolve depois o deles/delas

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