H. G. (Herbert George) Wells
fora seus sons na cúpula, e então ela olhou passando a possível "p'ocessions" arredondam a cúpula orando. Isto que ora cúpula não era um mero ao redor fechar-em tambor para reverberações espirituais, correu grandes corredores abertos, e nestes corredores havia ser "capelas." "Mas para que?" ele perguntou, enquanto parando a torrente. "Que necessidade está lá para capelas? Não há nenhum altar para ser, nenhuma massa, nenhum sacramento?" "Não", ela disse, "mas eles são ser capelas para int'ests especial; um capela para ciência, uma capela por curar, uma capela para gov'ment. Lugares para peoples sentar e pensar nessas coisas--com pinturas e símbolos." "Eu vejo sua intenção", ele admitiu. "Eu vejo sua intenção." "O' é ser um da'k de portão azule 'capela de ound para sta e átomos e o myst'ry de matta." A voz dela cresceu solene. "Todo o silêncio e profundamente e alto. Como um k'ystal em um lugar de da'k. Você abaixará passos para isto. Th'ough
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