Owen Johnson
Algum a pessoa tinha suspirado. "Setenta-três, setenta-quatro, setenta-cinco, setenta-seis,, setenta-sete--" Tudo de uma vez, clareie, inconfundível, no avião ressonante da mesa foi ouvido uma nota metálica leve. "O anel!" Era a voz rápida de Maude Lille que tinha falado. Sra. Kildair continuou contar. "Oitenta-nove, noventa, noventa-um,--" A tensão ficou insuportável. Dois ou três vozes protestaram contra o prolongando desnecessário da tortura. "Noventa-seis, noventa-sete, noventa-oito, noventa-nove e cem." Uma partida estalou na mão de Sra. Kildair e no momento a companhia içado adiante. No centro da mesa estava a safira cintilante e anel de brilhante. Foram acendidas velas, enquanto chamejando para cima como holofotes no faces acusadoras brancas. "Sr. Cheever, você pode dar isto a mim", disse Sra. Kildair. Ela ofereceu a mão dela sem tremer, um sorriso de triunfo na face dela na qual teve isto para um momento uma expressão de crueldade positiva.
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