Amy E. Samuel M.;Zwemer Zwemer
Nós não voaremos abaixo, nem come da carne do boi selvagem. Uma aguieta, agudo de olho, assim para o spake de pai dele:-- Na carne do boi espreita a cobra [O resto está perdido.] VI. O VÔO DE ETANA /* Os padres ofereceram meu sacrifício Com corações joviais para os deuses. O Deus, comando de thy de assunto,, Me dê a planta de nascimento, me mostre a planta de nascimento, Traga a criança no mundo, me conceda um filho. Samas abriu a boca dele e spake a Etana:-- Fora com thee, vá para a montanha.... A águia abriu a boca dele e spake a Etana:-- Para quê arte tu venha? Etana abriu a boca dele e disse à águia:-- Meu amigo, me dê a planta de nascimento, me mostre a planta de nascimento, Traga a criança no mundo, me conceda um filho.... Para Etana então spake a águia:-- Meu amigo, seja de alegria boa. Venha, me deixe agüentar thee ao céu de Anu, Em meu peito peito de thy secular, Agarre com thy dá as penas de minhas asas. Em meu lado de thy secular lateral. No peito dele ele pôs o peito dele, Nas penas dele ele colocou as mãos dele, No lado dele se deitou o lado dele, Firmemente ele se se pegar a, grande era o peso dele. Duas horas ele o agüentou em alto. O spake de águia para ele, para Etana,:-- Veja meu amigo, a terra, como mente, Olhe para o mar, os oceano-cingiram,, Como uns olhares monteses a terra, o mar como águas insignificantes. Duas horas mais ele o suportou. O spake de águia para ele, para Etana,:-- Veja meu amigo a terra, como mente, O mar está como a cinta da terra. Duas horas mais ele o suportou. O spake de águia para ele, para Etana,:-- Veja meu amigo a terra, como mente, O mar está como os fossos do jardineiro.
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