Amy E. Samuel M.;Zwemer Zwemer
almas humanas. Se Abelard tivesse entrado na abóbada de claustro na esperança de achar paz, ele, logo descoberto o engano dele. A vida dissoluta dos monges totalmente o repugnou, enquanto o clero o atacou violentamente com abaixo-assinados continuar as conferências dele. Rendendo a estes, ele foi cercado logo novamente por multidões de estudantes--tão grande que os monges a St. o Denis esteja alegre adquirir liberte dele. Ele se aposentou adequadamente a uma cela só para a qual ele era seguido por mais admiradores que poderia achar abrigo ou comida. Como o foram esvaziadas escolas de Paris assim, os rivais dele fizeram tudo dentro o poder deles/delas para acabar com o ensino dele, declarando que como um monge ele deva não ensinar ciência profana, nem como leigo em teologia sagrado ciência. Em ordem para legitimatize a reivindicação dele para ensinar o posterior, ele agora escrito um tratado teológico relativo ao qual ele diz:-- "Isto assim aconteceu que eu empreendi iluminar primeiro o base de nossa fé por similitudes tirado de razão de humano, e compor para nossos estudantes um tratado em 'O Divine Unidade e Trindade', porque eles continuaram pedindo para o humano e razões filosóficas, e exigindo o que poderia ser bastante entendido que o que poderia ser dito, enquanto declarando que o mero expressão vocal de palavras era inútil a menos que seguisse por entendendo; que nada pudesse ser acreditado que não era primeiro compreendido, e que era ridículo para qualquer um para ore isso que ele nem esses que ele ensinou poderiam compreender, O próprio Deus que chama tais pessoas os líderes cegos da cortina." Aqui nós temos a posição central de Abelard, exatamente o oposto para isso de o contemporâneo de realista dele, Anselm de Canterbury cujo princípio era, ""Intelligam de ut de crença (eu acredito, que eu posso entender). Nós não devemos porém, suponha aquele Abelard, com o racionalismo dele, sonhou de
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