Arthur Cheney Train
Curiosamente o argumento de bastante Bently parecia ter tido um revolucionário efetue, para o júri agora representava dez a dois absolvição. Ele começou tato encorajou. Se já havia um caso--Então ele ouviu uma altercação indo em fiercely entre o vendedor e o amigo de verão de Marrom, o insistindo posterior ruidosamente que o detetive era um cavalheiro perfeito e completamente certo. "Ninguém questiona a honestidade inteira" de Sr. Marrom, Bently interposto, apressadamente, amigavelmente. "A pergunta antes de nós é a suficiência da evidência. Nisto, parece a mim, há o que pode razoavelmente seja chamado uma dúvida razoável." "E você tem que dar isso ao acusado--é a lei!" gritado o vendedor em fúria. Era neste momento que Sr. Tutt e Phelan tinham levado para cima o deles/delas posições fora da porta, e o amigo de Marrom tinha contado o vendedor que ele lhe deu uma dor; que a dúvida dele não era um razoável dúvida. "Cavalheiros! Cavalheiros!" Bently protestado. "Nos deixe discutir este assunto calmamente." "Mas eu sou um homem razoável!" gritado o vendedor. "E assim, se eu tenho qualquer duvide, minha dúvida é ligada para ser razoável." "Você--um homem razoável?" zombado o amigo de Marrom. "Você é nothin' mas um bobo de maldição!" "Eu sou, eu sou?" gritou o vendedor, enquanto começando a remover o casaco dele. "Eu vou mostre para você--" "Oh, recorte!" repreendido o homem gordo complacentemente. "Resolva tudo aquele posteriormente! Nós ai não interessaram." "Vell, leve annoder votam", suavemente sugestionou o capataz. Este tempo representava onze a um absolvição. Tudo concentraram em o amigo de Marrom, em cima de de quem face tinha resolvido um olhar de severo determinação. Mas uma expressão semelhante ocupou as características de Sr. Bently Gibson, anterior o explicador de o-lei-como-isto-é, o bastião do sistema de júri, agora à toa no navio de justiça, cegamente, determinado que não importa isso que--lei ou nenhuma lei, princípios ou não
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