Arthur Cheney Train
não contudo amanheceu. Porém, o argumento de Sr. Tutt é descaradamente enganador. De curso, a fabricação de leis novas indica um impulso para reunião social melhoria--e então para progresso." "Parece a mim", Tutt aventurado "que esta conversação é mais que normalmente teórico--não dizer especioso! O fato do assunto é isso a lei é uma parte de nossa civilização e o estado da lei marca o fase de nosso desenvolvimento--mais ou menos." Sr. Tutt sorriu sardonically. "Você enunciou duas grandes verdades", disse ele. "Primeiro, que é um 'parte'; e segundo, 'mais ou menos.' A lei é uma parte muito pequena de nosso proteção contra o que é prejudicial a nós. É único de nosso sanções de conduta, e um muito cru a isso. Já feito você pára pense isso comparado com religião que a eficácia da lei quase era _nil_? A lei se trata de conduta, mas só a um certo ponto. Nós somos hábil achar falta com isto porque faz o que se aparece a nós ser distinções arbitrárias e irracionais. Que em medida grande é porque lei só é adicional." "Como você quer dizer--adicional?" Tutt examinado. "Por que", respondeu para o sócio dele, "como James C. Carter mostrou, noventa-nove são por cento de toda a lei não escritos. O que mantém a maioria das pessoas reta não é leis penais mas o próprio senso deles/delas de decência, consciência ou tudo que que você pode escolher chamar isto. Indubitavelmente você recorda a declaração famosa de Diogenes Laertius: 'Há um escrito e um lei não escrito. O pelo qual nós regulamos nossas constituições dentro nosso cidades são a lei escrita; que que surge de costume é o lei não escrito.' Eu vejo que, claro que você faz! Como estava dizendo eu só o outro dia, infrações de gosto bom e de modos, injustiças civis, pecados,, crimes--está em essência um e o mesmo, só diferindo em grau. Assim o homem que sai para o jantar sem um colarinho viola as leis de uso social; se ele tira todas suas roupas e caminha as ruas ele
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