Helen Hunt Jackson
ela olhou em que empalidecendo lua, ela sonhou com outras luas que não olhos humanos já viram. Draxy era um poeta; mas como ainda ela nunca tinha ousado para mostre até mesmo ao pai dela os pequenos versos ela não tinha podido ajudar escrevendo. "Oh, como ouse eu faço isto; como ouse eu?" ela disse a ela, como só no pequeno quarto dela, ela escreveu linha depois de linha. "Mas se ninguém já sabe, não pode fazer nenhum dano. É estranho eu amo isto, entretanto, quando eu for assim envergonhado." Este Draxy matutino teve aquele sentimento misterioso como se todas as coisas fossem novas, que vem tão freqüentemente a almas poéticas. É imediatamente a beleza e o carregue, o esgotamento e a redenção das vidas deles/delas. Nenhuma maravilha que até mesmo homens comuns às vezes podem ver a transfiguração para a qual freqüentemente vem ele antes de de quem morte de olhos e ressurreição sempre está seguindo cada outro, imediato, perpétuo, glorioso. Draxy tirou o pequeno diário dela.
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