Capítulo 86. A Xícara Turquesa, e, o Deserto

Arthur Cosslett Smith

A Xícara Turquesa, e, o Deserto

suspenso por linhas de seda dos fins de um talo de samambaia. Ele equilibrou este talo na extremidade de uma faca, fixo sobre a mesa dele. Em um de as panelas ele colocou um peso, timbrado com caráter árabes. A panela caia à mesa. Hassan produziu uma colher de chifre na qual ele soprou e então cuidadosamente esfregado com a bainha do albornoz dele. Ele deu a colher para o homem velho que sentia da tigela. "Está seco", ele disse; "nada aderirá a isto." O Hassan mergulhou a colher na bolsa e tirou isto, cheio com ouro-pó que ele verteu na panela vazia. As balanças subiram, caia, tremido, e então resolveu até mesmo. "Eu quase sempre posso julgar uma onça", disse o Hassan; "um grão é outro assunto." Ele pesou fora dezesseis onças. A última onça que ele partiu na panela. Então ele virou e, com uma varredura do braço dele, pegou uma mosca de fora a parede. Ele controlou isto com o maior cuidado até que ele segurou isto nas gorjetas de os dedos dele; então ele pôs isto na boca dele e fechado os lábios dele. Em um

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