Capítulo 94. A Crise da Guerra Naval

John Rushworth Jellicoe

A Crise da Guerra Naval

operação ofensiva, desde isto necessariamente forçou os submarinos inimigos cobiçoso de resultados de obtenção em posições em qual eles estava aberto a ataque violento por cargas de profundidade derrubadas por destruidores. Durante a maior parte do ano 1917, porém, era só possível prover destruidores com um número pequeno de charges_ de _depth que era a arma anti-submarina principal deles/delas; como ficou possível a aumento em grande parte a provisão destes custos para destruidores, assim a violência de o ataque nos submarinos aumentados, e as perdas deles/delas ficaram mais pesadas. A posição então, como existiu nos dias cedo do ano 1917, é descrito nas observações precedentes. O _result_ mediu em perda de transportar (britânico, Aliado, e neutro) de submarino e meu ataque no primeiro a metade do ano era como segue em tonelagem bruta: Janeiro - 324,016 Fevereiro - 500,573 Março - 555,991 Abril - 870,359

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