Capítulo 85. A Crise da Guerra Naval

John Rushworth Jellicoe

A Crise da Guerra Naval

(Portsmouth, Southampton e Devonport) e portos franceses. Rotas foram colocadas semelhantemente para navios para seguirem ao navegar ou do Canal de Bristol, e para navios que navegam o Mar irlandês. Qualquer de sistema de escolta estava a este intervalo da pergunta, como nem, os cruzadores para ordenar a escolta à área submarina, nem o destruidores para esconder isto quando lá, estava disponível. Havia um fator muito importante na situação, viz., o taxa comparativa à qual os alemão poderiam produzir submarinos e a o qual nós poderíamos construir recipientes satisfatório para guerra de anti-submarino e para defesa de comércio. As estimativas variadas deram causa para ansiedade séria. Nossa produção comum de _destroyers_ era quatro a cinco por mês. Realmente, isto está pondo a figura alto; e, claro que, nós sofremos perdas. O Francês e os italiano não estavam produzindo qualquer recipiente deste tipo, ainda o japonês seja, na parte cedo de 1917, não capaz poupar qualquer para

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