Capítulo 17. A Crise da Guerra Naval

John Rushworth Jellicoe

A Crise da Guerra Naval

o Pessoal conforme a política geralmente aprovada pelo Primeiro Mar Deus. A falta na organização se aparecida a eu mentir dentro non-reconhecimento do fato que o Primeiro Mar Deus estava em realidade o Chefe do Pessoal Naval, desde que ele foi acusado da responsabilidade para a preparação e prontidão da Frota para a guerra e para tudo movimentos. Outra anomalia que existe ao Almirantado que não era alterado na 1911 reorganização do Pessoal de Guerra, era que as ordens para a Frota não foi traçado e emitiu pelo Pessoal de Guerra, mas pelo Filial militar do Departamento do Secretário. O sistema só era executável porque os funcionários públicos muito capazes do Filial militar seja possessa de Almirantado largo experimente e trabalhou no co-operação mais íntimo com os oficiais navais. O trabalho deles/delas era de a natureza mais estrênua e foi levado a cabo com o maior devoção, mas o sistema estava manifestadamente em princípio errado. Na erupção de guerra a necessidade por colocar o Registro de Guerra (um

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