Percy Bysshe Shelley
depois consignado a Deus Byron em Veneza. Sr. Charles Cowden Clarke, que era o amigo de Keats de juventude, escreve: 'Quando Shelley deixou a Inglaterra para a Itália, Keats me falou que ele tinha recebido dele um convite para se torne o convidado dele, e em resumo fazer um da casa dele. Era em o mais puro princípio que Keats recusou o nobre dele ofereça, porque ele entretido uma opinião exaltada do gênio de Shelley--em si mesmo um induzimento. Ele também conheceu as ações dele de generosidade, e do freqüente deles/delas relacionamento social ele teve fé cheia na sinceridade seu proposta.... Keats disse que, recusando o convite, a sola dele motivo era a consciência que já seria prevalecente com ele de o ser dele, em sua extensão absoluta, não agente grátis, até mesmo dentro tal um círculo como Shelley--ele que é não obstante o mais irrestrito de seres.' Sr. Clarke parece significar nesta passagem que Shelley, _before_ que começa para a Itália, Keats convidado para o acompanhar para lá--um
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